Noite Memorável (à Moda do Porto) com TAXI, Clã e Mão Morta

O segundo dia do Festival Rock à Moda do Porto foi eletrizante, com TAXI, Clã e Mão Morta a brilharem. TAXI aqueceu a multidão com efeitos especiais, Clã surpreendeu com a sua magia musical, e Mão Morta encerrou com um épico memorável. A música portuguesa nunca soou tão bem.

A primeira banda a subir ao palco foi TAXI, que deu início à noite com uma explosão de energia. Abriram o concerto com “Cairo“, e a partir daí, não houve descanso para o público. Destacaram-se com “A queda de um anjo (Rosete)” com um espetáculo de fogo, e “É-me igual” que foi acompanhada de um efeito de fumo, criando uma atmosfera envolvente durante todo o espetáculos (já que foram utilizados várias vezes, até ao final).

Uma nota marcante foi o público, que se destacava por ser muito jovem, mostrando que a música de TAXI continua a conquistar gerações. O vocalista não pôde deixar de comentar sobre a primeira vez que tocaram no Super Bock Arena, agradecendo o privilégio de tocar “em casa”. No entanto, também mencionou que o baixista estava a tocar doente, com 38° de temperatura, mostrando o profissionalismo e o amor à banda que ajudou a criar.

O concerto de TAXI foi uma experiência visual e musical impressionante, com efeitos especiais, incluindo fogo e fumo, uma aposta ousada para um concerto em casa. Destacaram-se ainda com “Manequim“, que contou com a contribuição vocal feminina, e “Nunca mais“, uma música nova que deixou o público ansioso por mais. O concerto culminou em grande estilo com “Chiclete“, sem encore, mas com a certeza de que conquistaram o público, superando um início aparentemente nervoso.

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A noite prosseguiu com a performance única e surpreendente dos Clã. A banda destacou-se pela simplicidade e pela capacidade de transmitir mensagens profundas através das suas canções. Manuela Azevedo, a vocalista, brilhou com notas cativantes, igualando-se e superando-se a cada canção.

Os samples de teclas trouxeram uma sonoridade misteriosa a cada tema, seja um clássico ou uma música reconstruída. O álbum “Kazzoo” foi uma referência ao longo do concerto, e a banda não deixou de surpreender ao convidar Capicua para o palco, juntando-se a eles na interpretação da música “Armário,” que faz parte do disco “Véspera.”

O concerto dos Clã foi uma experiência muito diferente em comparação com o que aconteceu anteriormente em Ermesinde, na Festa do Ferroviário. O público aderiu, mas também estranhou, refletindo a versatilidade da banda em cativar audiências de formas diversas.

O público teve a oportunidade de se encantar com temas como “GTI” e “Asas“, que encerraram a atuação dos Clã de forma inesquecível. A magia reside na surpresa e na constante renovação dos seus espetáculos.

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Para encerrar a noite em grande estilo, a lendária banda Mão Morta subiu ao palco. Adolfo Luxúria Canibal começa por provocar o público resistente, já em número reduzido, com um simples “Boa noite Lisboa!“. Com a sua atitude provocadora e o som intenso, não desapontaram os fãs. O público foi levado numa viagem única através das letras e da música mais underground da banda.

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Em resumo, o segundo dia do Festival Rock à Moda do Porto foi uma celebração da música portuguesa em todas as suas facetas. TAXI, Clã e Mão Morta ofereceram performances inesquecíveis, cada uma com o seu próprio estilo distinto. Foi uma noite que marcou a história da música em Portugal e que deixou o público ansioso por mais. Esperemos que este festival continue a trazer mais momentos memoráveis para os amantes da música em portuguesa, no bairrismo à Moda do Porto.

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