RUI REININHO edita “20.000 Éguas Submarinas”

RUI REININHO edita “20.000 Éguas Submarinas”

“20.000 Éguas Submarinas” expõe Rui Reininho na sua essência.

20.000 Éguas Submarinas” é o título do disco que editado em todas as plataformas digitais a 11 de junho de 2021 com o selo Turbina. A edição em vinil está prevista para 17 de julho de 2021, e já se encontra em pré-venda na FNAC Portugal.

Rui Reininho tem tanto de próprio como de não comum, seja entre os vivos, como entre as lembranças dos mortos que nos marcaram. Depois do famigerado “Companhia das Índias” (2008),  o músico assume um percurso mais experimental com “20.000 Éguas Submarinas”.

Animais Errantes” foi a primeira paragem da viagem que Rui Reininho nos convida a fazer com esta obra:

Produzido por Paulo Borges, juntos congeminaram uma viagem que, durante dois anos, os levou pelos confins dos mares já dantes navegados, a passo, trote, galope, mariposa e voo, como escape de corais profundos, mas não tão fundos quanto o exercício de libertação revelado.

“Ao vir à superfície, encontrei o Paulo Borges contido em anos de interpretações alheias e perguntei-lhe, como numa ilha solitária, o que queria criar; saiu-nos um arquipélago, provavelmente um dos Açores que já nos sobrevoava com os sons marítimos, o fracasso das ondas nos rochedos e o marulhar crustáceo dos músculos dos ‘Animais Errantes‘, que respeitamos.” – Rui Reininho.

Para além de Rui Reininho (vozes, gongos, taças e percussões) e Paulo Borges (piano, sintetizadores, programações e guitarras), “20.000 Éguas Submarinas” conta com a luxuosa participação de Alexandre Soares (Três Tristes TigresOsso Vaidoso), Pedro JóiaTiago MaiaEduardo LálaRuca RebordãoMoisés FernandesDaniel Salomé e Jacomina Kistemaker, grande referência para o disco.

Gravado entre 2018 e 2020 na LastStep Studio (Almada), por Filipe TrigoRenato Grilo e Paulo Borges, “20.000 Éguas Submarinas” foi misturado por Francisco Grilo, com assistência de Filipe Trigo, e masterizado por Miguel Pinheiro Marques (ARDA Recorders), garantindo portentosas ondas sonoras, que se apresentam vestidas por uma capa concebida pela EVOLI, a partir de uma pintura de Jorge Curval chamada Sub Ma Iris.