Alphaville

O pano abre e os Alphaville estão em palco. Sem uma grande entrada apoetótica, soam os primeiros acordes de HOMEOS. Marian Gold tem uma silhueta bastante diferente da dos anos 90. Irreparavelmente mais velho, com barba e com uns quantos quilinhos a mais, quase que nos engana. Leva-nos a questionar “onde está o verdadeiro vocalista dos Alphaville?. Todo de preto, não há o que o impeça de se mexer ao som de I Die For You, Today, Gravitation Breakdown, entre outras. 

Todas as músicas foram a primeira. A força, a vontade e a forma como se manteve durante as quase duas horas de concerto, levou muitos a pensarem se não se trataria de playback. Por entre um apontamento ou outro, percebia-se que não, mas ainda assim era perfeito demais para ser verdade. Contudo, o descalabro aconteceu já no encore quando, durante Monkey in the moon, Marian Gold parece não ter acertado uma única nota. Não, não é uma crítica destrutiva. Simplesmente notava-se que, mais do que o público, a própria banda estava ali para curtir! O entusiasmo era tanto e a forma como o público correspondeu era tão comovente que acabou por se esquecer… de cantar. Um grande concerto de uma grande banda que afinal não conhecia como pensava.

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