Lloyd Cole (& Son)

Num concerto que mais parecia ter sido trabalhado desde os anos 80, Lloyd Cole apresentou o seu songbook. Numa partilha, entre amigos, em formato intimista, lá foi lembrando daqueles que, em outros tempos, lhe mostraram a luz do estrelato. A Casa da Música foi pequena para acolher o público e a grandiosidade dos temas tocados.

Se tivemos uma primeira parte a solo, totalmente sozinho, a segunda parte do espetáculo contou com uma presença especial. Andrew Cole, seu filho, e à semelhança do que aconteceu em Lisboa e em Aveiro, subiu ao palco para mostrar que o repertório está bem estudado. O segredo da intemporalidade musical parece que está guardado a sete chaves, mas bem guardado (valha-nos ao menos isso…)

Lloyd Cole envelheceu, acalmou e consigo trouxe as suas histórias cantadas num registo mais sóbrio, próprio para uma plateia saudosista e sequiosa de um “Remember my Childwood”. Saiu sem desiludir e deixou um sentimento de missão cumprida. Aos que se privaram de algumas dezenas de euros na aquisição do bilhete, levam para casa (mais) uma boa lembrança com uma banda sonora de outros tempos.

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